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Educação Financeira: o que você deve saber

Aproveite o tempo livre da quarentena para entender melhor sobre o assunto

Muitas pessoas vêm procurando saber mais sobre como funciona a Educação Financeira, é um aprendizado que não consiste só em, compreender como economizar, cortar gastos, poupar e afins, mas também procura a melhor forma de se ter segurança material no futuro, bem como, aproveitar os prazeres da vida e ao mesmo tempo obter uma garantia para eventuais imprevistos.

Alguns termos abaixo explicam melhor esta questão.

O orçamento:

Consiste em realizar um planejamento do que “entra” (receitas), e do que “sai” (despesas), por um período que pode ser diário, semanal, mensal ou anual.

A reserva de emergência:

Trata-se de um dinheiro que está reservado para pagamento de 6 a 12 meses de suas despesas mensais.

“Por exemplo, se as suas despesas mensais são de R$1.000,00 a reserva seria de R$6 a R$12 mil, que devem ser guardados em um investimento que possa ser resgatado em no máximo 1 dia”, explica Gisele Machioski, contadora do Machioski Contabilidade.

A taxa Selic:

Está é a taxa básica do Brasil, ela serve de base para todas as outras taxas existentes.

É utilizada pelo governo federal para controlar a inflação e manter o balanço econômico do país.

Os juros:

Os juros são pagos quando se pega um empréstimo, quando se investe, os juros são recebidos na forma de rendimentos.

“Os juros podem ser simples, quando são cobrados apenas sobre o valor inicial, bem como, podem ser compostos, quando englobam o valor inicial mais os rendimentos ao longo do tempo”, ensina a contadora.
empréstimoEducação Financeira

O IOF:

Este é o imposto sobre as operações financeiras, que é cobrado pelo governo quando se é feito alguma operação de crédito, como empréstimos, financiamentos, câmbios, seguros, compras e vendas de títulos ou fundos imobiliários.

O cheque especial:

Este é o popular limite da conta corrente, ele também é chamado de “entrar no vermelho”.

“A taxa de juros incidentes é alta e por isso deve-se usar apenas em casos de emergência”, alerta Gisele.
O IRRF:

O Imposto de Renda Retido na Fonte, deve ser recolhido pelas empresas ao realizar o pagamento do salário de seus funcionários, conforme a tabela da Receita Federal.

Também é incidente sobre rendimentos de aplicações e pagamentos de alguns tipos de serviços de terceiros.

Agora que você já conhece mais sobre alguns dos termos da Educação Financeira é a hora de botar em prática o que aprendeu e começar a se planejar.

Fonte: Jornal Contábil - 02/06/2020